Curso online com Clemente Nobrega - PROJETO E GESTÃO DE VBHC COMO PROCESSO PRODUTIVO

O contexto do curso

A maioria dos fracassos estratégicos de empresas incumbentes nas últimas décadas, ocorreu não por resistência à mudança, mas por tentativas mal governadas de migração entre regimes organizacionais incompatíveis.

Essas empresas foram construídas — cultural, operacional e cognitivamente — para operar em um regime de mentalidade industrial, intensivo em infraestrutura.

Quando o ambiente passou a exigir coordenação informacional,  e uso intensivo de dados para criação de valor, o próprio “sistema operacional” que as tornara bem-sucedidas passou a limitar sua capacidade de adaptação.

A transição para modelos datadriven — incluindo Value-Based Health Care — não falha por falta de tecnologia ou investimento, mas porque exige uma cultura, uma governança e uma arquitetura organizacional que não podem ser simplesmente enxertadas nas estruturas desenhadas para outro regime.

Este curso é sobre compreender limites, reconhecer quando a transição é viável — e quando insistir nela pode destruir valor.

O que torna este curso diferente:

NÃO é um curso
de inovação

NÃO é um curso
de tecnologia

NÃO é um curso
operacional de VBHC

É um curso sobre:

MUDANÇA DE
REGIME

LIMITES CULTURAIS
DA TRANSFORMAÇÃO

DECISÕES ESTRATÉGICAS
EM AMBIENTES COMPLEXOS


Frameworks utilizados

  • Sistemas complexos e leis de escala ( Geoffrey West)
  • Complexidade e colapso organizacional ( Joseph Tainter)
  • Informação vs infraestrutura (Kevin Kelly)
  • Disrupção e Transformação Dual (ClaytonChristensen)
  • IMI® (Índice de Metabolismo Informacional)- Clemente Nobrega

Casos analisados incluem:



  • Empresas incumbentes fora da saúde em diversos setores da economia
  • DASA, AMIL/Optum, Karolinska
  • Operadoras e hospitais brasileiros
  • Experiências internacionais (NHS)



Estrutura do Curso

  1. Empresas e saúde como sistemas complexos
  2. IMI®: regimes, métricas e transições
  3. Cultura organizacional como sistema operacional
  4. Disrupção, Dual Transformation e VBHC
  5. Planejamento adaptativo e trajetórias de IMI


O que o participante leva

  • Capacidade de diagnosticar viabilidade estrutural
    de estratégias
  • Clareza sobre quando mudar, como mudar - e
    quando não insistir
  • Uso do IMI® como métrica central de planejamento
    e aprendizado organizacional
  • Base conceitual para decisões de alto impacto

Para quem é

  • Gestores e executivos de saúde
  • Líderes clínicos em posições decisórias
  • Profissionais de estratégia, inovação e VBHC
  • Empreendedores do setor



Formato

  • INÍCIO: 06 de MAIO de 2026.

  • Serão 18 aulas de 2 horas cada, às quartas-feiras, sempre das 19h às 21h, em semanas consecutivas.

  • As aulas serão remotas, ao vivo, mas ficarão gravadas e disponíveis para os participantes já no dia seguinte ao de cada aula ao vivo.


  • O Curso é desenhado para permitir alto aproveitamento mesmo se não é possível acompanhá-lo sincronamente.

  • Formaremos uma comunidade que vai interagir durante o curso, em sessões pré-agendadas de mentoria, ao vivo, para tirar dúvidas e aprofundar temas das aulas.

  • Máximo de 20 participantes na turma. Turma pequena para possibilitar um alto grau de interação e troca.



Programa do curso

  • Módulo 1 – Ambientes em transição, e fracasso na transformação
    • A primazia da informação na geração de valor- Kevin Kelly 

    •  Os casos “canônicos” de empresas reais que funcionam como réguas conceituais perfeitas para a saúde.

    • Sustentabilidade e Colapso-Geoffrey West, Joseph Tainter e limites estruturais da complexidade. 

    • Mudanças tecnológicas, informacionais e organizacionais na saúde.

    • Por que transformação “bem-intencionada” falha.

    • Pensamento “industrial”  e sistemas complexos.

    • Colapso: O caso Boeing

    • Introdução ao IMI® – Índice de Metabolismo Informacional 

  • Módulo 2 – O IMI®: definição, métrica e comparabilidade
    • IMI® como métrica de sustentabilidade numa organização- (e que revela quase tudo sobre sua capacidade de mudar)

    • Por que digitalizar não é aumentar de IMI®.

           - O caso UHG-OPTUM-AMIL


    • Como calcular o IMI® de sua organização usando IA

           - Curadoria conceitual do que a IA produz- Proxies, indicadores e limites do framework IMI®.


           - Exemplo prático: dá para comparar  IMI® de duas organizações- por exemplo, Hospital Israelita Alber Einstein e Rede D’OR- dizer qual a “melhor”?


  • Módulo 3 – O caso canônico: CEMEX × HOLCIM

    Pode parecer estranho um curso de gestão em saúde analisando empresas de cimento, mas é justamente por isso que o caso CEMEX × HOLCIM é escolhido.


    Ambas operam no mesmo setor, com ativos físicos intensivos e escala global comparável. Ainda assim, suas trajetórias estratégicas divergiram profundamente. A diferença não estava no produto, mas na forma como cada organização estruturou seu metabolismo informacional.


    Chamamos esse caso de “canônico” porque ele funciona como régua conceitual: permite isolar o mecanismo estrutural que queremos compreender — a relação entre infraestrutura e informação.


    Se esse mecanismo aparece no setor mais físico que se possa imaginar, não é setorial.

    É estrutural. E, sendo estrutural, aplica-se à saúde.


    • Mesmo setor, mesma base física, destinos distintos.
    • CEMEX: coordenação, aprendizado e metabolismo informacional.
    • HOLCIM: eficiência operacional e limites do modelo.
    • Cultura, governança e capacidade adaptativa.
    • Modelo mental transferível para a saúde.




  • Módulo 4 – Mentalidade industrial e colapso: o caso 3G
    • Eficiência extrema como armadilha- a cultura limitando o IMI®

    • Kraft Heinz, AB InBev, Lojas Americanas.

    • “Fake digital” e erosão do IMI® o que acontecei com os jornais em papel?

    • Conexão com Tainter e West.

    • Estudos de caso - Toyota x GM; Amazon x Wal Mart 

    • O que todos esses casos ensinam (e alertam) para a saúde.

    • O National Health System (NHS) - o melhor sistema de saúde do mundo quer tornar-se  ‘datadriven’ em 10 anos.

  • Módulo 5 – Comparações IMI® no setor de saúde (I): OPERADORAS
    • Aplicação direta do modelo 

    • Comparações entre:

           - Amil

           - Hapvida

           - Bradesco Saúde

           - SulAmérica

           - Unimed's


    • Verticalização, dados e coordenação do cuidado.

    • Onde o IMI® realmente cresce — e onde não.

  • Módulo 6 – Comparações IMI® no setor de saúde (II): HOSPITAIS , REDES DIAGNÓSTICAS e FARMACÊUTICAS
    • Redes hospitalares:

           - Rede D’Or

           - Américas (DASA + hospitais Amil)

    - Mater Dei


    • Diagnóstico:

    - Dasa

    - Fleury


    • Filantrópicos:

    - Einstein

    - Sírio-Libanês

    - Santas Casas


    • Excelência clínica × metabolismo informacional.

    • Escala física versus capacidade adaptativa.

  • Módulo 7 – Disrupção, Dual Transformation e VBHC
    • VBHC como arquitetura informacional, não como modelo financeiro. 

    • Usando o IMI® para entender por que cuidado com base em valor não escala.

    • Disrupção segundo Christensen.

    • Dual Transformation: um framework para tornar a transição possível.

    • Casos: quem já teve sucesso em VBHC fez como?

    • Separação necessária vs governança insuficiente.

    Casos:


    - Karolinska

    - Ecossistema DASA 

    - AMIL / Optum

    - Hospitais brasileiros

    - Um caso de Sucesso: JOINVASC


  • Módulo 8 – Planejamento adaptativo e trajetórias de IMI®

    Do diagnóstico à decisão estratégica


    • IMI® como eixo central do planejamento.

    • Simulação de trajetórias possíveis.

    • Cenários de:

           - sucesso,

           - estagnação,

           - colapso.


    • Quando insistir na transição destrói valor.

    • Introdução ao Sistema de Gestão Adaptativa baseado em IMI®.


Formas de Pagamento

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